quinta-feira, 26 de setembro de 2013

EXPEDIÇÃO ONG D+ NO RIO PRETO


A expedição conta com a parceria da ONG D+, Policia Ambiental de Rio Preto e Coordenadoria do Meio Ambiente de Ipiguá. A expedição, iniciativa ONG D+, tem o objetivo de diagnosticar a situação do rio preto, trecho do município de Ipiguá. Foram encontrados muito lixo encobrindo o leito do rio, principalmente cobrindo, berçários de peixes, lagoas.

O presidente da ONG, Carlinhos, comentou que é triste ver a situação do rio, “conheço o rio desde pequeno, numa época que podia se beber a água direto do rio, pesquei muito, comi peixes, é triste ver essa situação” desabafou Carlinhos.
A quantidade de lixo, principalmente garrafas pet, é tão grande que se pode andar em cima do lixo sobre o rio. Foram identificados vários pontos, demarcados com o GPS, com grande acumulo de lixo.
Tristeza maior foi ver as lagoas, em volta do rio, que são os berçários de peixes, totalmente cobertas pelo lixo, “é uma luta pela vida e os peixes estão perdendo essa luta”, comentou Edgar, coord. Meio ambiente de Ipiguá.
Interessante que a região ainda conta com uma vida selvagem ativa, vimos muitos pássaros, peixes, vários animais de pequeno porte, inclusive um jacaré, mas estão em situação de risco, se não fizermos nada, logo, logo não terá mais nada, comentou Guarnieri.
Outro ponto observado pela expedição é o mau cheiro que exala o rio, mesmo com as lagoas de tratamento em S.J.Rio Preto e Ipiguá a água está “podre”.
Interessante que foram encontrados vários sacos, na margem do rio, contendo garrafas pet, “são catadores que pegam as garrafas pet e quando tem uma grande quantidade, passam recolhendo para vender”, comentou o cabo Aron da Policia Ambiental.
A ONG D+ tem na sua grade de atividades, para as crianças e adolescentes, a Escolinha do Meio Ambiente, que procura desenvolver um trabalho de proteção do meio ambiente e conscientização das gerações futuras.
A expedição foi montada para avaliar a situação e emitir um diagnostico, e procurar os meios necessários para conter essa situação, “é um dos objetivos da ONG, está no estatuto da entidade, não podemos ficar parados, que exemplo estaremos dando para os alunos da ONG, temos que agir! Comentou Carlinhos”.



 

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