Aconteceu em ritmo de carnaval, domingo, segunda e terça. Realização Sindicato Rural de São José do Rio Preto, parceria ONG Projeto D+, SENAR e FAESP. O local escolhido foi a fazenda Macunaíma em Ipiguá, com 32.000 pés de seringueira. As inscrições bateram recorde, 41 inscritos, mas o curso foi ministrado para os 20 primeiros inscritos. Estamos estudando a possibilidade para realizar um novo curso no próximo semestre, comentou Guarnieri, presidente da ONG D+.
Mesmo acontecendo nos dias de carnaval, o grande número de inscritos se deve a consolidação da produção de seringueira na região de São José do Rio Preto, a demanda da mão de obra e o retorno financeiro para o produtor e o sangrador.
Manejar corretamente a sangria da seringueira é de fundamental importância para o sucesso da atividade heveícola. Sangria é o ato de abrir os vasos laticíferos de látex na casca de uma seringueira e constitui-se a operação mais importante realizada num seringal, uma vez que está diretamente ligada à produção final.
Segundo o instrutor do SENAR, eng. Agrônomo Gustavo Guerreiro, o curso tem o objetivo de qualificar a mão de obra e inserir as técnicas corretas para os produtores.





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